XXIIIEBCF

o feminino

infamiliar

dizer o indizível

TEXTOS DE ORIENTAÇÃO

TEXTOS DE ORIENTAÇÃO

 

Das Unheimliche, uma indagação estética

Fernando Vitale

O convite para escrever em Virtualia na ocasião dos 100 anos da publicação original do texto escrito por Sigmund Freud sobre “O infamiliar”, me deu a oportunidade de voltar a percorrê-lo seguindo nesta oportunidade alguma das indicações que podemos extrair das elaborações realizadas por Lacan no seu último ensinamento. Estas últimas acredito que podem nos permitir por sua vez, reler sob uma nova perspectiva as já clássicas elaborações que Lacan realizou sobre o particular no Seminário que lhe dedicou a angustia.

 

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Sexuação: a não-identidade do sexo

(Much Ado about Nothing)
Enric Berenguer[1]

 Praticamente nenhum significante-mestre em nossa época resistiu à comoção daquilo que o “desconstrucionismo”, acreditando-se agente, foi apenas um sintoma a mais. “Homem” e “Mulher” não tiveram uma sorte diferente, nem “Pai” ou “Mãe”, ou “Família”. Muito menos na disposição daquilo que se chama de política, “proletário”, “liberdade” ou “luta”. Há alguns anos, no curso de Jacques-Alain Miller, “A orientação lacaniana”, o próprio Miller e Éric Laurent descreveram a lógica dessa comoção e, assim, falaram da época…

 

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Isak Dinesen *, A feminilidade e a letra

Miquel Bassols 

A relação entre a feminilidade e a letra foi colocada por Jacques Lacan em inúmeras ocasiões ao longo de seu ensino.

Foi assim que ele pôde ir além do beco sem saída a que Freud chegou com sua teoria fálica e com o chamado rochedo da castração no final do percurso de uma análise. Curiosamente, o termo que Freud encontrou para situar essa dificuldade foi “o continente negro da feminilidade”. Assim, indicou a impossibilidade lógica de representar boa parte da sexualidade…

 

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